Qual a sua Identidade Digital?

É cidadão de um país desenvolvido? Em Portugal, por exemplo? Então quando nasceu, os seus pais (ou cuidadores) registaram-no Instituto do Registos e do Notariado e atribuíram-lhe um nome, conforme previsto no artigo 1875.º, n.º 2 do Código Civil.

Ora esse nome, (associado a um número único e intransmissível) é o que o identifica perante tudo e todos em qualquer parte do mundo. O nome é algo que será “construído” a par da personalidade e da envolvência que vamos tendo na sociedade, quer através o posicionamento em organizações, em intervenções, etc. Ele será tão ou mais impactante e reconhecido, devido ao impacto que a pessoa terá na sociedade.

Ora e em termos digitais? Será que também somos identificados perante o nosso rasto digital? Como sabem que somos nós? Como nos protegemos de usurpação de identidade? Estas são questões que se colocam hoje em dia e que vieram a ganhar importância à medida que a evolução tecnológica se veio a evidenciar.

Testemunhamos já em algum momento da vida ou através de contactos próximos situações de usurpação de identidade através do digital, quer através das “famosas” redes sociais, quer através de website, email ou SMS. Cada vez mais desafios surgem à medida que cada vez mais pessoas aderem aos canais digitais e o número de plataformas aumenta.

Mas como nos protegermos?

Em primeiro lugar devemos configurar corretamente os nossos links oficiais em cada plataforma, pois cada um é único.

Então devemos utilizar um link o mais idêntico possível entre todas as plataformas, como por exemplo www.facebook.com/OSEUNOME ou www.instagram.com/OSEUNOME. Este endereço de internet é só seu e se porventura surgir outra página com uma foto sua, nome e conteúdos (usurpados claro) é fácil perceber que esta terá um link diferente. Então fica muito mais fácil identificar a página falsa.

Isto aplica-se tanto a pessoas como a empresas, pelo que é altamente recomendado que se registem ou definam os nomes das marcas no digital, por forma a não surgir um concorrente e “apoderar-se” deles em seu proveito.

Por exemplo, para além de dever registar a sua marca no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Intelectual, deve registar a nível digital, em termos de dominios: MARCA.pt e MARCA.com, e também em termos de plataformas sociais. Registe as plataformas mais utilizadas pelo seu público-alvo mas também as menos utilizadas. Mesmo que não as venha a utilizar, pelo menos são suas e ninguém as pode utilizar em seu nome.

Estas foram dicas simples mas que o poderá fazer poupar muitos problemas e dinheiro!

 

Se necessitar de ajuda a avaliar se a sua marca está devidamente protegida em termos digitais,
fale comigo!

Demonstrarei os pontos a melhorar, sem compromisso.

 

Por | 2019-10-12T10:32:22+00:00 Julho 12th, 2019|Marketing Digital|0 Comments
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